FIMP Porto, 9-11/10/2025
Astra 8 é um planeta (ou uma planeta?), no qual cabe o infinito.
Os seres que aí habitam, multiplicam-se, metamorfoseiam-se, simbiotizam-se. As criaturas mais extraordinárias vivem nas entranhas deste corpo. Alguns destes seres parecem feitos de gelatina ou plasticina, outros são compridos como serpentes, ou são cobertos por pelinhos que permitem que se movam pelo seu ambiente. Alguns têm garras, outros não têm olhos; alguns vivem em paz com os outros seres que estão ao seu redor, outros começam guerras que ameaçam destruir tudo, até mesmo o próprio planeta em que vivem. A maior parte do tempo, o nosso planeta nem percebe que existem seres vivos a viver dentro dele ou até mesmo na sua superfície. Para a escala de um planeta, a maior das criaturas pode ser insignificante. — Costanza Givone / Fogo Lento
- Coordenação artística, encenação e interpretação Costanza Givone
Interpretação e cocriação Clelia Colonna
Escrita do texto e apoio dramatúrgico Alex Cassal
Cenografia e figurino Svenja Tiger
Desenho de luz e maquinaria Rui Azevedo
Criação e performance musical Henrique Fernandes, Samuel Coelho - Manipulação e produção Margarida Fragueiro
Assistência de encenação Raul Maia
Vídeo e fotos Zhang Quinze
Apoios Casa Varela/Câmara Municipal de Pombal, Município de Loulé, República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Residências Artísticas Lugar/Palmilha Dentada; Lu.Ca; Fogo Lento/CAMPO; Sekoia; Casa Varela; CRL-Central Elétrica
Parcerias Associação de Pais da Escola do Campo 24 de Agosto, CRL-Central Elétrica, Galeria da Biodiversidade do Porto, Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, Colégio Nossa Senhora de Lourdes, Escola básica Bom Sucesso
Agradecimentos Cristiana Vieira, José Manuel Grosso Silva, Maria João Fonseca, Paulo Pereira, Grupo de investigação do IA “ Deteção e caracterização de outras Terras”, Marta Cortesão, Afonso Mota, Isabel Sousa, Barbara Soares, Jennifer Peralta, Nuno Santos